10 de agosto de 2016

Um minuto é muito tempo. Meu Deus. É tempo demais.
Vê aquela senhora deitada, pensando em seu passado e em seus dias presentes, com a consciência pesada? Uma lágrima pesada e negativa cai lentamente.
À ela foi dado o tempo e o que fazer com ele. Mas o que ela fez?
O que fazemos?
Olhamos para o relógio, gritamos, rimos, batemos, estamos inseridos na rotina. Estamos escrevendo.

O que nos torna semelhante a senhora?
Nós não temos a mínima ideia do que fazer.
 
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