Pra não morrer de amor

29 de agosto de 2014



Na silenciosa madrugada
Desprezo os vultos
Que ao passado me condenam
A mais um dia sem a luz
João, Maria, José, Guilherme...
Como dizer das memórias
O que já querem esquecer ?
 
Importam-se de contar o amargo que viveram?
Pro coração aprender a acertar.
E embora nova, no meu peito ta escrito:
Foi feita de pranto
 
Madrugada silenciosa 
Vê se acorda e encontra
Um modo de tirar essa fuligem
Métodos para clarear
Meninos,vamos fugir noite adentro
Mas sabemos que o coração
Nunca soube se ausentar
 
 
 
 
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