Eu precisava escrever;

29 de julho de 2014

Em meu peito uma chama aparece,
Embora nele nada acontece.
Sonho em ter prazeres imensuráveis
Mas a realidade faz crueldades

Há dois anos pensei em te escrever,
Assim como uma aranha faz sua teia
Um poema pus-me a tecer.
Brinco e a tinta arranha no papel
O que jamais tive coragem de dizer.

Mas então, tudo bem!
Há males que vem para o bem,
A história que me fez crescer

Agora em meu peito bate
Um tal dilema: Ficar e sofrer?
Ou correr para viver?
Deu empate!

Se falo, penso em sua voz.
Se a ouço, imagino o que seria de nós
Se a vida me bate, penso no quanto me magoou
Mas nada me faz esquecer
Teu amargo amor.
 
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