10 de setembro de 2014

Luz, luz e luz
Quanta luminosidade cabe em ti
Cabe em teu coração
Quanta bondade é feita por tuas mãos

Enfeitiçado pego-me
Ao te ver, ao sentir
Onde tua clareza
Jamais impedirá
Minhas verdades de serem tuas

Luz, negra luz
Se o seu nome fosse tão claro
Assim como o modo
Que sempre me seduz, saberia
De fato, que ti ó alva
Lava-me a alma

É por uma noite escura
É pelos dias sem brilho
Que sacrifico os porquês
Até onde saberei que és minha?
Até onde saberei que sou teu?

Dá-me de beber
Fazes-me chorar
Dá-me teu frescor
Então seja, razão de viver
Mesmo que escura, seja luz!

E jamais fugirei novamente.
 
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