13 de outubro de 2011
[...] Deitava em sua cama todas as noites, e sua cabeça se feria com todas aquelas palavras, ela dizia sempre à si mesma que iria ser diferente, que quando outro dia amanhecesse , iria ser algo totalmente o contrário.Ela confiava em sua própria voz.Eu acho que é por isso que ela sempre chorava, sua dor vinha de algo que nunca poderia mudar, mas ela sempre queria que estivesse em constante mudança e que fosse de alta semelhança com os dos demais a sua volta. Sua voz, nunca esteve tão errada!
